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sábado, 3 de julho de 2010

Na ausência das palavras (...)

O sol brilhava, a lua já se tinha deitado e o vento percorria por entre os fios finos do meu cabelo, fazendo-o esvoaçar ao som do silêncio. Não foram precisas palavras para ver a beleza do sol, nem o encanto do seu brilho que espelhava no meu olhar. Na ausência do barulho do eco a interagir com o abecedário, simplesmente pára. Deixa o suor escorrer pelo rosto, sendo cada gota uma palavra prisioneira do teu ser.